Registrar uma música é um passo crucial para proteger seus direitos como compositor ou intérprete. Seja você um músico independente ou parte de uma banda, o registro garante que você seja reconhecido legalmente como o criador da obra e que tenha controle sobre sua distribuição e uso.

Neste artigo, vamos explorar detalhadamente o processo de produção, registro e venda de uma música.

A Criação da Música - Como registrar uma música

Tudo começa com a criação. É nesse estágio que você compõe a melodia, escreve a letra e arranja os elementos que formarão a sua música. Essa etapa pode ser feita de várias maneiras: sozinho, em colaboração com outros músicos, ou até mesmo em um estúdio de gravação, como a Pneuma Produtora, que oferece um ambiente criativo e profissional para transformar suas ideias em realidade.

Gravação da Música - Como registrar uma música

Depois que a música está composta, o próximo passo é gravá-la. A gravação pode ser feita em casa, se você tiver os equipamentos adequados, ou em um estúdio profissional. Gravar em um estúdio como a Pneuma Produtora garante que a qualidade do som seja a melhor possível, com a ajuda de engenheiros de som experientes e equipamentos de alta qualidade.

Durante a gravação, todos os elementos da música são capturados: vozes, instrumentos e efeitos. Essa etapa pode ser bastante complexa, envolvendo várias sessões para obter a melhor performance de cada parte.

Mixagem e Masterização - Como registrar uma música

Após a gravação, a música passa pelo processo de mixagem e masterização. Na mixagem, os diferentes elementos gravados são balanceados e ajustados para criar um som coeso e agradável. Na masterização, a faixa final é polida para garantir que soará bem em qualquer sistema de som, desde fones de ouvido até grandes sistemas de áudio.

Essa etapa é essencial para dar à sua música um som profissional e competitivo no mercado. A Pneuma Produtora oferece serviços de mixagem e masterização que podem transformar suas gravações brutas em faixas prontas para serem lançadas.

Registro da Música

Uma vez que a música está finalizada, é hora de registrá-la. O registro é o processo pelo qual você formaliza a autoria da música e obtém os direitos legais sobre ela. Isso é fundamental para evitar que outra pessoa use ou distribua sua música sem sua permissão.

Onde Registrar?

No Brasil, a música pode ser registrada na Biblioteca Nacional ou em associações de direitos autorais, como a UBC (União Brasileira de Compositores). Cada uma dessas entidades oferece um certificado de registro, que serve como prova legal de que você é o autor da obra.

Como Registrar?

Documentação:

Reúna todas as informações sobre a música, incluindo a letra, a partitura (se houver), e uma gravação da faixa.

Formulário de Registro:

Preencha o formulário de registro da entidade escolhida, fornecendo detalhes como título da música, autores, e intérpretes.

Pagamento de Taxas:

Pague a taxa de registro. O valor varia dependendo da entidade e do tipo de registro.

Envio dos Documentos:

Envie os documentos e a gravação para a entidade responsável, seguindo as instruções específicas de cada uma.

Após o registro, você receberá um certificado que confirma sua autoria e direitos sobre a música. Esse documento é fundamental caso você precise provar legalmente que a música é sua.

Distribuição e Venda

Com a música registrada, você pode distribuí-la e vendê-la com segurança. Hoje em dia, a distribuição digital é a forma mais comum de colocar sua música no mercado. Plataformas como Spotify, Apple Music, Deezer, e YouTube Music permitem que você alcance um público global.

Para distribuir sua música nessas plataformas, você pode usar agregadores digitais como CD Baby, TuneCore, ou ONErpm. Esses serviços cuidam da parte burocrática e garantem que sua música esteja disponível em todas as principais plataformas de streaming.

Além da distribuição digital, você também pode vender sua música em formatos físicos, como CDs e vinis, ou em plataformas de download como o Bandcamp.

Monetização

Por fim, você pode monetizar sua música através de direitos autorais, vendas diretas, e até mesmo licenciamentos para filmes, séries, e comerciais. Quando sua música é reproduzida em rádios, shows ou outros meios públicos, você tem direito a receber royalties, que são gerenciados por associações de direitos autorais.

Conclusão

Registrar sua música é um passo essencial para proteger sua arte e garantir que você seja recompensado por seu trabalho criativo. Desde a composição e gravação até o registro e distribuição, cada etapa exige atenção aos detalhes e um conhecimento básico dos processos envolvidos.

Se você está em Belo Horizonte e precisa de um estúdio de gravação para dar vida à sua música, a Pneuma Produtora é o lugar certo. Oferecemos serviços completos de gravação, produção, mixagem e ensaios em um ambiente profissional e acolhedor.

Entre em contato conosco para agendar uma sessão e transforme suas ideias em realidade!

A masterização é uma das etapas mais críticas e, ao mesmo tempo, menos compreendidas da produção musical. É o processo final pelo qual uma faixa ou álbum passa antes de ser lançado ao público, e seu objetivo é garantir que a música soe bem em qualquer sistema de som, desde fones de ouvido até grandes sistemas de áudio. Neste blog, vamos explorar detalhadamente o que é a masterização, como ela é realizada e por que ela é tão importante.

O Que é Masterização?

Masterização é o processo de finalização de uma gravação, onde a mixagem final é ajustada para que a música atinja o máximo potencial de qualidade sonora. Este processo envolve o uso de várias técnicas para equilibrar, equalizar, comprimir e ajustar o volume da música, garantindo que ela soe consistente e profissional em qualquer plataforma de reprodução. A masterização é o último passo antes da música ser distribuída, seja em formato digital, CD, vinil ou streaming.

Como é Realizado o Processo de Masterização?

O processo de masterização é meticuloso e exige uma combinação de habilidades técnicas e sensibilidade musical. Abaixo, detalhamos as principais etapas envolvidas na masterização de uma música.

Revisão da Mixagem Final

Antes de iniciar a masterização, o engenheiro de som revisa a mixagem final para identificar quaisquer problemas que possam ter passado despercebidos. Essa etapa é crucial para garantir que a mixagem esteja em seu melhor estado possível antes de ser masterizada.

Equalização (EQ)

A equalização é usada para ajustar o balanço tonal da música. O engenheiro de som pode aumentar ou cortar certas frequências para melhorar a clareza e o impacto da faixa. Por exemplo, pode-se aumentar as frequências graves para dar mais peso ao som ou reduzir as frequências médias para eliminar qualquer som abafado.

Compressão

A compressão é aplicada para controlar a dinâmica da música, garantindo que os elementos mais altos e mais baixos do som estejam bem balanceados. Isso ajuda a evitar picos de volume que possam distorcer ou causar desconforto ao ouvinte, enquanto mantém a energia e a emoção da faixa.

Limitação

A limitação é uma forma mais agressiva de compressão usada para definir o volume máximo da faixa. Ela garante que o volume da música atinja um nível competitivo sem distorcer. Isso é especialmente importante no contexto de rádios e streaming, onde as músicas competem por atenção.

Estéreo e Imagem Sonora

O engenheiro de som ajusta a imagem estéreo da faixa para garantir que os elementos sonoros estejam bem posicionados no campo estéreo. Isso pode incluir ampliar a sensação de espaço ou centralizar certos elementos para melhorar o impacto sonoro.

Ajuste de Volume Global

A música é ajustada para atingir o volume ideal, garantindo que ela seja suficientemente alta, mas sem comprometer a qualidade do som. Esse passo é essencial para que a faixa esteja no mesmo nível de outras músicas dentro de uma playlist ou álbum.

Sequenciamento e Intervalos

No caso de um álbum, o engenheiro de som organiza as faixas na ordem desejada e define os intervalos entre elas. Isso garante uma experiência de audição fluida e coesa, essencial para álbuns conceituais ou que contam uma história.

Preparação para Distribuição

Finalmente, a faixa masterizada é preparada para distribuição. Isso pode incluir a criação de versões específicas para diferentes plataformas, como streaming, CD, vinil ou rádio. O engenheiro de som também pode criar arquivos de alta qualidade, como WAV, ou formatos comprimidos, como MP3, dependendo da necessidade.

Por Que a Masterização é Importante?

A masterização é crucial porque é o que faz a diferença entre uma música que soa "boa" e uma que soa "profissional". É a etapa que garante que sua música tenha consistência e qualidade sonora em todos os tipos de reprodução, desde pequenos fones de ouvido até sistemas de som em estádios. Além disso, a masterização ajuda a criar uma coesão sonora entre as faixas de um álbum, oferecendo uma experiência auditiva mais agradável e impactante.

Conclusão - O que é masterização?

A masterização é um processo indispensável na produção musical, capaz de transformar uma boa mixagem em uma faixa pronta para o mundo. Para garantir que sua música atinja o máximo potencial, é fundamental contar com profissionais experientes e um ambiente acústico de alta qualidade.

Se você está em Belo Horizonte e precisa de um estúdio de gravação com serviços completos de masterização, a Pneuma Produtora é a escolha ideal. Nosso estúdio oferece uma gama completa de serviços, incluindo ensaios, gravações, produções e mixagens, todos realizados por uma equipe dedicada e apaixonada por música.

Entre em contato conosco e agende uma visita para conhecer nossos serviços e levar sua música ao próximo nível!

O engenheiro de som é um profissional essencial no mundo da música e do áudio, sendo responsável por garantir que o som captado, processado e reproduzido seja da mais alta qualidade. Se você já se perguntou o que exatamente um engenheiro de som faz, quais são as áreas em que ele pode atuar e como ele realiza seu trabalho, este artigo é para você. Vamos explorar todos esses aspectos e muito mais.

O Que é um Engenheiro de Som?

Um engenheiro de som é um especialista em áudio que trabalha com a gravação, mixagem e reprodução de som.

Sua principal função é garantir que o som seja capturado e manipulado de forma a atingir o melhor resultado possível, seja em uma gravação de estúdio, em uma performance ao vivo ou em outros contextos audiovisuais.

Esse profissional combina conhecimentos técnicos com uma sensibilidade artística para transformar a visão de músicos, produtores e diretores em realidade sonora.

O Que Faz um Engenheiro de Som?

As tarefas de um engenheiro de som podem variar dependendo do ambiente de trabalho e do projeto em que ele está envolvido, mas algumas de suas responsabilidades principais incluem:

Gravação de Áudio

Captação:

O engenheiro de som é responsável por capturar o som usando uma variedade de microfones e técnicas de gravação, assegurando que cada fonte sonora seja registrada com clareza e fidelidade.

Setup:

Configuração de equipamentos como microfones, mesas de som e interfaces de áudio, ajustando níveis e garantindo que tudo esteja pronto para a gravação.

Mixagem

Balanceamento:

Durante a mixagem, o engenheiro de som ajusta os níveis de volume de cada faixa de áudio para criar um mix equilibrado, onde todos os elementos da música ou do áudio se complementam.

Processamento:

Aplicação de efeitos como equalização, compressão, reverberação e delay para aprimorar o som e dar personalidade à mixagem.

Masterização

Finalização:

A masterização é o processo final de polimento de uma gravação. Aqui, o engenheiro de som ajusta o áudio para garantir que ele soe bem em qualquer sistema de som, além de preparar o material para distribuição.

Operação de Som ao Vivo

Som ao Vivo:

Em shows e eventos, o engenheiro é responsável por garantir que o som ao vivo seja claro e impactante, ajustando níveis em tempo real e resolvendo problemas técnicos que possam surgir.

Design de Som

Criação de Ambiências:

Em filmes, jogos e outras mídias, o engenheiro de som pode trabalhar como designer de som, criando paisagens sonoras e efeitos que enriquecem a experiência audiovisual.

Áreas de Atuação de um Engenheiro de Som - O que faz um engenheiro de som?

O campo de atuação de um engenheiro é vasto e diversificado. Aqui estão algumas das áreas mais comuns onde ele pode trabalhar:

Estúdios de Gravação

Gravação e Mixagem:

Trabalhando em estúdios de música, o engenheiro grava e mixa faixas para álbuns, trilhas sonoras e outros projetos musicais.

Produção de Filmes e TV

Design de Som e Mixagem:

Participa na produção de filmes e programas de TV, criando e mixando som para diálogos, efeitos sonoros e trilhas sonoras.

Eventos ao Vivo

Som ao Vivo:

Engenheiros de som ao vivo trabalham em concertos, eventos corporativos, conferências e mais, garantindo que o som chegue ao público com qualidade.

Radiodifusão

Engenharia de Som para Rádio e TV:

Ajusta o som em transmissões ao vivo e pré-gravadas, trabalhando para emissoras de rádio e televisão.

Jogos e Realidade Virtual

Áudio Interativo:

Desenvolve e implementa som em ambientes virtuais, criando experiências imersivas em jogos e aplicativos de realidade virtual.

Como um Engenheiro de Som Realiza Seu Trabalho? - O que faz um engenheiro de som?

O trabalho de um engenheiro de som envolve tanto habilidades técnicas quanto artísticas. Aqui estão algumas das ferramentas e técnicas que ele utiliza:

Equipamentos de Gravação

Microfones:

Diferentes tipos de microfones são usados para capturar o som de instrumentos, vozes e ambientes.

Interfaces de Áudio:

Conectam os microfones e outros equipamentos ao computador, onde o som é gravado e processado.

Softwares de Áudio

DAWs (Digital Audio Workstations):

Plataformas como Pro Tools, Logic Pro, e Ableton Live são usadas para gravar, editar e mixar áudio.

Plugins de Efeitos:

Ferramentas digitais que simulam efeitos analógicos, usados para moldar o som durante a mixagem.

Monitores de Áudio

Monitoração Crítica:

Uso de monitores de referência de alta qualidade para ouvir o som com precisão durante a mixagem e masterização.

Conhecimento Técnico

Teoria do Som:

Conhecimento profundo sobre frequências, fases, reverberação e outros conceitos acústicos.

Solução de Problemas:

Habilidade para identificar e resolver problemas técnicos rapidamente, especialmente em ambientes de som ao vivo.

Conclusão - O que faz um engenheiro de som?

O engenheiro de som é um profissional multifacetado, essencial para qualquer produção musical ou audiovisual. Sua habilidade de capturar, manipular e aperfeiçoar o som faz dele uma peça-chave em qualquer projeto que envolva áudio.

Se você está em Belo Horizonte e procura um estúdio de gravação com excelente acústica, a Pneuma Produtora é o lugar ideal. Oferecemos serviços de ensaios, gravações, produções e mixagens, com ambientes acusticamente tratados e profissionais experientes para garantir que sua música atinja o máximo potencial.

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Esperamos que este guia ajude você a entender melhor a importância da acústica e como ela pode beneficiar suas produções musicais. Boa sorte e continue fazendo música incrível!

Phantom Power: O Poder Oculto por Trás das Gravações de Qualidade

Phantom Power: para que serve e como usar de maneira eficaz. Exploraremos sua função essencial na alimentação de microfones e equipamentos de áudio. Nesse artigo, você irá conferir como usar o Phantom Power e como ele pode ajudar na qualidade de áudio.

Na jornada pela excelência sonora, muitos termos e tecnologias se destacam como pilares fundamentais para músicos e engenheiros de som. Entre esses, o Phantom Power se destaca como uma ferramenta essencial nos estúdios de gravação modernos. Neste artigo, exploraremos o que é o Phantom Power, sua importância, como funciona e como ele pode transformar sua experiência musical.

O que é Phantom Power?

O termo "Phantom Power" refere-se à alimentação elétrica fornecida a certos tipos de equipamentos de áudio através do mesmo cabo que transmite o sinal de áudio. Normalmente, é utilizado para alimentar microfones condensadores, embora também seja utilizado em alguns pré-amplificadores de microfone e outros dispositivos de áudio.

Para que serve o Phantom Power?

O Phantom Power é essencial para o funcionamento de microfones condensadores, que requerem uma tensão elétrica para polarizar o diafragma do microfone e capturar o sinal sonoro de forma adequada. Sem essa alimentação, esses microfones não funcionariam corretamente ou simplesmente não produziriam som algum.

Além de microfones condensadores, o Phantom Power também pode ser usado para alimentar pré-amplificadores de microfone que utilizam circuitos eletrônicos que requerem uma tensão adicional para funcionar de maneira eficiente.

Como funciona o Phantom Power? - Phantom Power: Para que serve, como usar

O Phantom Power é geralmente fornecido através dos pinos 2 e 3 de um conector XLR padrão, enquanto o pino 1 é o terra. A tensão típica fornecida é de 48 volts, embora alguns equipamentos possam operar com tensões menores, como 24 volts. Essa tensão é transmitida de forma eficiente ao longo do cabo XLR sem afetar negativamente o sinal de áudio, garantindo uma captura limpa e precisa do som.

É importante mencionar que nem todos os equipamentos de áudio suportam Phantom Power, e usar essa função em dispositivos que não são projetados para isso pode danificá-los permanentemente. Portanto, sempre verifique a compatibilidade dos seus equipamentos antes de utilizar Phantom Power.

Funcionalidades e Aplicações do Phantom Power

Gravação de Estúdio:

No ambiente de estúdio, o Phantom Power é crucial para a gravação de vocais e instrumentos com microfones condensadores de alta qualidade. Ele permite capturar detalhes sutis e nuances sonoras que seriam perdidos com outros tipos de microfone.

Transmissão de Sinal Limpa:

Ao contrário de métodos antigos que usavam fontes de alimentação separadas, o Phantom Power simplifica o processo de gravação, eliminando a necessidade de fontes de alimentação adicionais e cabos extras.

Flexibilidade e Eficiência:

O uso do Phantom Power proporciona maior flexibilidade ao conectar e desconectar equipamentos de áudio sem interrupções no fornecimento de energia, o que é ideal para sessões de gravação fluidas e eficientes.

Conclusão - Phantom Power: Para que serve, como usar

O Phantom Power não é apenas uma tecnologia, mas sim uma peça fundamental no quebra-cabeça da produção musical de qualidade. Ao entender como funciona e aplicar corretamente essa técnica nos estúdios, músicos e engenheiros de som podem alcançar resultados sonoros impressionantes. Não subestime o poder do Phantom Power na sua jornada musical - ele pode fazer toda a diferença entre uma gravação comum e uma obra-prima sonora.

Conheça a Pneuma Produtora em Belo Horizonte

Se você está buscando capturar suas performances musicais com a mais alta qualidade e precisão, visite o Estúdio de Gravação Pneuma Produtora em Belo Horizonte. Com equipamentos de última geração e uma equipe apaixonada por música, oferecemos um ambiente acolhedor e profissional para transformar suas ideias musicais em realidade. Conheça mais sobre nossos serviços de gravação, mixagem e masterização. Visite nossa página de contato ou entre em contato pelo nosso Whatsapp para saber mais sobre como podemos ajudar você a alcançar seus objetivos musicais.

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Solos de Violão

 Os solos de violão são as partes mais marcantes e importantes de uma música de sucesso os solos sem dúvida enriquecem a música e chama a atenção dos presentes, mas ao contrário do que muitos pensam solar exige muita técnica, paciência e conhecimento de escalas musicais.

Por se tratar de uma parte bastante teórica da música, os solos precisam antes de tudo de escalas corretas e não sair tocando cordas na esperança que saia o som parecido com o solo de uma música gravada ou que faça um acompanhamento do violão base, por isso é fundamental conhece-las. A maioria dos solos são compostos baseados em escalas musicais, fazendo adaptações necessárias.

Uma Escala Musical - Solos de Violão

solos de violão

solos de violão

 

Em solfejo, as sílabas para representar as notas, de quaisquer escalas, são: Dó, Dó sustenido, Ré, Ré sustenido, Mi, Fá, Fá sustenido, Sol, Sol sustenido, Lá, Lá sustenido, Si. As notas Dó sustenido, Ré sustenido, Fá sustenido, Sol sustenido e Lá sustenido podem também ser representadas como Ré bemol, Mi bemol, Sol bemol, Lá bemol e Si bemol, respectivamente. Os termos "sustenido" e "bemol" são utilizados para representar "meio tom acima" e "meio tom abaixo", respectivamente. As notas musicais, no Mundo Anglo-Saxônico, são representadas pelas equivalentes seguintes letras: C, D, E, F, G, A, B, respectivamente, apesar de que, no solfejo, os anglo-saxônicos preferem usar números, substituindo as sílabas anteriormente mencionadas, por 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, embora possam também usar as sílabas em vez dos números. Similarmente, o acidente de sustenido adicionado a uma destas notas é representado pelo símbolo "♯" na nomenclatura anglo-saxônica; enquanto o "bemol", adicionado a qualquer nota é representado pelo símbolo "♭" na nomenclatura anglo-saxônica.

As escalas musicais formam a base necessária para a formação de acordes e tonalidades. Além disso, pode-se utilizar mais de uma escala para formar linhas melódicas sobre uma mesma tonalidade, partindo da sonoridade de intervalos característicos, ou ainda, explorando notas de tensão apropriadas sobre as cadências harmônicas da tonalidade.

solos de violão

solos de violão

Passos para começar - Solos de Violão

 

 

 

 

 

 

Como compor músicas no violão

 Como iniciantes, ao compor uma peça de violão ou guitarra, muitas vezes esquecemos – ou simplesmente não conseguimos – passar as emoções que desejamos para os ouvintes. Seja um sentimento, uma mensagem, uma energia, é preciso ficar atento para não perder de vista essa sensação. Quando compomos pela primeira vez, tendemos a esquecer desse detalhe super importante, pois acabamos nos focando simplesmente em alinhar notas e acordes para criar algo harmonioso e bonito de se ouvir.

Escolha uma história para contar: Como compor músicas no violão

Imagine cenários e personagens. Qualquer assunto é válido, mas grande parte das letras aborda assuntos pessoais, então, concentre-se em personagens: suas motivações, ações a serem tomadas e consequências.

Transforme sua história em versos: Como compor músicas no violão

como compor musica no violao

como compor musica no violão

Músicas tipicamente são estruturadas em versos e refrões. Um verso tradicional é composto de quatro linhas, sendo que a segunda e a quarta formam uma rima. Construa seus personagens a partir daí e desenvolva sua história.

  Considere incluir uma ponte: Como compor músicas no violão

Geralmente, ela vem antes do último verso e refrão, oferecendo ao público uma mudança no panorama sonoro. Na letra, geralmente usa-se a ponta para expressar uma mudança significativa na história, seja por uma mudança de perspectiva dos personagens ou por uma reviravolta. No entanto, essas pontes não são necessárias, então não se sinta obrigado a incluir uma.

Escreva diversos rascunhos

No primeiro, concentre-se na história em si e esboce-a por completo. Em cada rascunho subsequente, faça alterações que fortaleçam a letra para quando ela for cantada.

 Compondo através de  progressões de acordes

   

 Escolha um tom para tocar. C, D, E, G e A geralmente são mais fáceis no violão. Alguns tons tendem a estimular certas emoções no público. Escolha um que complemente a história que você deseja contar.

 

 Determine os acordes harmonizados para o seu tom:

As progressões de acordes são expressas numericamente (por exemplo: I-IV-V), sendo que cada acorde é um grau na sua escala tonal. O primeiro é sempre aquele que define o tom da música. Números romanos vão mapear os outros acordes na escala: números em maiúscula determinam as notas maiores, enquanto os em minúscula correspondem às notas menores. Numerais seguidos de “dim” indicam acordes diminutos. Uma progressão de acordes I-IV-V tocada em D, por exemplo, corresponde a D-G-A.

 

 Escolha quantos acordes você deseja tocar em sua progressão:

Progressões de dois acordes podem parecer simples, mas são limitadas, o que significa que você deve colocar algumas coisas a mais se quiser que sua música tenha destaque. Progressões de três e quatro acordes são as mais comuns nas músicas populares.

Comece com uma progressão básica de três acordes, como I-V-IV ou I-IV-V:

Esta é uma progressão de acordes bem conhecida na música popular e é perfeita para iniciantes. Digamos que você escolheu a progressão I-V-IV para a introdução e os versos; para o refrão, experimente mudar para V-IV-I. Experimente diversos acordes e progressões até encontrar aqueles que melhor servirem às suas intenções.

 

 Explore as melodias:

Uma infinidade de melodias pode ser explorada em uma única progressão de acordes. Cante ou murmure sua letra conforme toca até achar uma melodia que complemente sua história.

 

Se você é um estudante de bateria e esta conhecendo melhor o instrumento é muito importante que você conheça todas as peças da sua batera. No artigo de hoje iremos conhecer os pratos de Bateria. Vamos lá !

 

Pratos de Bateria:

O assunto de hoje é pratos de bateria, uma das peças vitais da bateria.

Primeiramente parabéns por ser um baterista você já é um músico diferenciado que gosta de desafios diferenciados, a bateria tem um papel fundamental dentro de uma banda. É um instrumento composto por um conjunto de pratos e de tambores. Veja na seguinte imagem um kit padrão.

tambores de bateria

tambores de bateria

 1° Chimbal | Chimbau (Hi-hat)

pratos de bateria

pratos de bateria

O chimbal é o primeiro prato que iremos falar aqui ele é um dos mais básicos dentro de um kit e não pode faltar ele é utilizado para fazer a marcação do compasso ou conduzir a música. Este prato é muito peculiar pois não é somente um o chimbal é composto por dois pratos um virado pra cima e outro para baixo como se fosse um chapéu. O suporte que é utilizado para prender é conhecido como máquina de chimbal. Possui a função principal que é permitir que os pratos se toquem um contra o outro gerando aquele som característico. Possui medidas de 13" a 15" geralmente.

 2° Prato de Ataque (Crash)

pratos de bateria

pratos de bateria

O prato de ataque é um prato muito interessante também ele é geralmente utilizado para realizar acentos no início do compasso ou no final. Ele pode também ser utilizado para conduzir a levado. Possuir um som forte e explosivo , possuindo um ataque geralmente rápido com um sustein de grande volume. Os tamanhos mais comuns encontrados são de 15" até 19".

Pratos de Bateria - 3° Prato de Condução (Ride)

pratos de bateria

pratos de bateria

O prato de condução também chamado de ride é utilizado para conduzir grande parte dos grooves possui ótima base para realizar batidas mais acentuadas. Possui tamanhos que variam entre 18" até 24". Ele geralmente possui uma cúpula em cima com som forte como se fosse um sino.

Pratos de Bateria - 4° Prato Splash

pratos de bateria

pratos de bateria

O splash ou prato de corte, já se encontra na categoria de pratos de efeito não é tão comum em kits tradicionais, estes pratos são utilizados para acentuações mais leves de menor volume. O splash é um irmão mais novo do prato de ataque. As suas medidas variam de 6" a 14".

Pratos de Bateria - 5° Prato China

pratos de bateria

pratos de bateria

O china ou prato chinês também é um prato mais diferenciado e se enquadra na categoria de efeitos, possui um som muito característico que é um como se fosse um congo. Suas medidas mais comuns são entre 16" a 19".

Dica Bônus

Na Pneuma Produtora, estamos sempre prontos para ajudar artistas e músicos a alcançarem seus objetivos. Oferecemos uma gama completa de serviços de produção musical e distribuição, ajudando você a levar sua música para o próximo nível. Com equipamentos de última geração e uma equipe apaixonada por música, oferecemos um ambiente ideal para capturar suas ideias musicais com a mais alta qualidade sonora. Visite nossa página de contato ou entre em contato diretamente pelo Whatsapp para mais informações sobre nossos serviços de gravação, mixagem e masterização.

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Se você é um músico novo e esta querendo aumentar seu conhecimento a respeito do meio musical com certeza aprender partituras é um passo muito importante no artigo de hoje você aprenderá: como ler partitura

Como ler Partitura ?

O músico que quer entender e conhecer melhor sobre música provavelmente terá que conhecer a partitura, é a escrita musical mais completa que existe.

O músico que confessa que não sabe a mesma, ele acaba perdendo status e reputação e é algo bem frustrante.

O maior problema em aprender as partituras por meio de livros didáticos é que fica complicado, pois as explicações que aparecem são chatas e difíceis de assimilar. O objetivo da Pneuma Produtora é acabar com este problema e facilitar a vida dos novos músicos.  É possível sim aprender uma partitura sem sofrer e vou lhe ensinar agora.

Leitura da Partitura:

As partituras são basicamente registros harmônicos, melódicos e rítmicos das músicas. O aprendizado das partituras se aproximará do aprendizado que você teve quando estava aprendendo o alfabeto. Você irá aprender como cada nota é representada no papel e dominará uma nova linguagem.

Pauta de uma partitura:

As notas musicais são escritas em uma Pauta. É a região formada pelas linhas e os espaços.

Cada espaço e linha são utilizadas para representar uma nota diferente. Acompanhe na figura abaixo as linhas, espaços e as notas representadas.

como ler partitura

como ler partitura

 

Existem 5 linhas em uma pauta. Também é possível criar novas linhas para alcançar outras oitavas. Como você pode observar na imagem a 1ª nota Dó e a ultima Lá estão em linhas extras também chamadas de suplementares.

Claves na pauta:

como ler partitura

como ler partitura

Os músicos, de acordo com o andamento da história foram, escolhendo e adaptando posições para as notas nas linhas das pautas.

As claves foram criadas para simbolizar e sinalizar a nota e a linha de referência que seria adotada. A mais utilizada para violão, piano e voz é a clave de Sol (G).

Ela possui este nome porque informa a nota que estiver sobre a segunda linha será Sol.

Observe na imagem que a 2ª linha representa a nota sol e no inicio a clave esta presente em nossa pauta. Sabendo onde está o sol, você já pode registrar todo o restante das outras notas.

Agora nós iremos lhe mostrar a relação dos pontos no papel com o seu instrumento musical. Na figura que estará logo abaixo, você verá 7 oitavas de um piano comum. Veja que cada Dó possui uma posição diferente dentro de nossa pauta, ela irá depender da oitava que se encontra. O número da oitava é utilizado do lado da nota para representa onde ele está igual: C5,C6,C7.

Repare que o dó central o C4 está localizado bem no meio do nosso teclado

como ler partitura

como ler partitura

. Para você conseguir localizar melhor, nós ampliamos a imagem destacada em vermelho para mostrar a correspondência dentro da pauta.

Utilizando o violão podemos identificar o Dó central na segunda corda(A) na terceira casa.

A partitura de violão está deslocada em uma uma oitava se for comparada com a do piano. O dó central do piano corresponde ao Dó na segunda corda do violão. É uma definição que foi escolhida para facilitar a escrita,  pois se fosse diferente o violão precisaria de muitas linhas suplementares para conseguir representar acordes mais comuns e simples.

O jeito correto de representar uma partitura no violão é utilizar o número 8 na clave de sol, assim indicando que a representação irá deslocar uma oitava em relação ao dó central do piano, como explicamos anteriormente.

Dica Bônus:

O blog da Pneuma Produtora é um grande portal sobre tudo relacionado a área musical, esperamos muito que tenha gostado do artigo de hoje e que tenha lhe ajudado, não deixe de acompanhar nosso Instagram.

 Se você é músico e está querendo estudar teoria e aprender novas técnicas este sem dúvidas é um assunto e tanto para aprimorar seu conhecimento musical o assunto de hoje é modos gregos. Espero que goste.

 O surgimento dos Modos Gregos:

Cada uma das regiões da antiga Grécia deu origem a um modo (organização dos sons naturais) muito próprio, e que adaptou a denominação de cada região respectiva. Desta forma, aparece-nos o modo dórico (Dória), o modo frígio (da região da Frígia), o modo lídio (da Lídia), o modo jónio (da região da Jónia) e o modo eólio (da Eólia). Também existe outro que é a mistura dos modos lídio e dórico, chamado mixolídio.

Todas elas continham oito notas (equivalentes às notas das teclas brancas do moderno piano), E eram escritas na forma descendente.

dórica descendia a partir de E (mi), a frígia de D (ré), a lídia de C (dó) e a mixolídia de B (si).

Essas foram as escalas adotadas pelos músicos da Idade Média. Mas, por alguma razão obscura, eles introduziram várias mudanças:

Em primeiro lugar inverteram a direção, fazendo com que as novas escalas fossem lidas no sentido ascendente;
em segundo lugar, alteraram as notas das quais elas partiam;
e, em terceiro lugar, substituíram o termo “Escala” por “Modo”.

Dessa forma, a escala grega dórica tornou-se o Modo Dórico, subindo de D (Ré) até D (Ré);
modo frígio, subindo de E (Mi) até E (Mi);
modo lídio subindo de F (Fá) até F (Fá).

Além disso, a antiga escala grega lídia que originalmente descendia de C (Dó), agora ascendia a partir de C (Dó), recebendo o novo nome de Modo Jônico.

E a escala grega mixolídia, que descendia a partir de B (Si), agora ascendia a partir de B (Si), recebendo o novo nome de Modo Lócrio e o nome mixolídio passou a indicar a escala ascendente de G (Sol) a G (Sol).

A escala que partir de A (Lá) foi chamada de Modo Eólio. Havia, portanto, sete Modos, um para cada nota do teclado.

Vimos, anteriormente, que o som característico de qualquer escala ou série de notas é determinado pela sua sequência de intervalos de tom e semitom. Como cada modo possui sua própria sequência, cada um deles tem sua própria sonoridade.

Os intervalos entre as notas são fixados por sua distância da tônica.

No coração do sistema tonal jazia o conceito de escalas maiores e menores diatônicas.

Uma escala “diatônica” reúne as notas adequadas a cada tonalidade.

A escala maior diatônica possui a mesma sequência de tons e semitons que o modo jônico medieval (que partia da nota C (dó)), e a escala menor natural diatônica possui a mesma sequência que o modo eólio (que partia de A (lá)).

Entretanto, a semelhança permanece apenas na estrutura, e não em sua utilização.

modos gregos

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Entendendo os Modos Gregos:

Na escala musical temos funções que classificamos como graus para cada uma das notas, de acordo com sua posição acerca da primeira. Portanto, (nota por nota) sendo os graus: tónica, super-tónica, mediante, sub-dominante, dominante, super-dominante e sensível (para, por exemplo: dó - ré - mi - fá - sol - lá e si), o que mudamos no sistema modal é esta função de cada uma, criando uma nova relação entre os graus e notas.

Da escala diatónica: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, extraímos a relação intervalar de tons (T) e semitons (st) seguinte: T - T - st - T - T - T - st. Sempre que existir esta relação intervalar, teremos o modo jónio ou escala maior (no caso, de dó).

Se firmarmos como tónica o ré, usando a mesma escala diatónica, teremos: ré, mi, fá, sol, lá, si, dó: T - st - T - T - T - st - T. Sempre que esta relação existir, teremos o modo dórico, e assim por diante:

 

Exemplos:

 

 Por tons e semitons:

Por intervalos:

Por notas(escala natural):

modos gregos

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Dica Bônus ! Quer saber mais sobre Modos Gregos ?

Se você se interessou pelo assunto e quer saber mais sobre os modos gregos, é seu dia de sorte entre em contato agora mesmo conosco pois temos os melhores professores da região que podem lhe auxiliar você pode nos contactar pela: Página de contato ou chamando no Whatsapp só clicar na logo na sua tela no canto inferior direito. Muito Obrigado e não deixe de conferir os outros artigos da Pneuma Produtora.

 

O piano é um instrumento muito famoso pelos seu design chamativo e variações agradáveis de sons graves e agudos, logo, com o passar do tempo ele reuniu grande massa de pessoas que querem aprender como toca-lo mas não sabem por onde começar ou tem vergonha de ir a um professor fazer aulas presenciais. Como tocar piano no pc ?

Bom, então esse artigo é pra você, reunimos várias informações que vão te ajudar bastante nessa nova jornada de aprendizado

Como Tocar Piano no PC - Como Começar ?

Antes de tudo, você deve conhecer as notas musicais, que são: um termo usado para referir-se ao elemento mínimo de algum som, no total existem 12 tipos de notas diferentes, sendo elas:

Dó – Dó# – Ré – Ré# – Mi – Fá – Fá# – Sol – Sol# – Lá – Lá# – Si

Entre elas existem 7 que são chamadas de naturais, elas são:

Dó – Ré – Mi – Fá – Sol – Lá – Si

como tocar piano no pc

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Dé# – Réb (pode ser chamado de Dó sustenido ou Ré bemol)
Ré# – Mib (pode ser chamado de Ré sustenido ou Mi bemol)
Fá# – Solb (pode ser chamado de Fá sustenido ou Sol bemol)
Sol# – Láb (pode ser chamado de Sol sustenido ou Lá bemol)
Lá# – Sib (pode ser chamado de Lá sustenido ou Si bemol)

 

Pronto, após você entender a base de tudo, que são as notas musicais, vamos passar para a próxima fase, Conhecer as teclas!

Existe uma determinada repetição de teclas pretas ao longo do teclado. Primeiro, com 2 teclas pretas e uma divisão sem tecla preta, depois, com 3 teclas pretas e uma divisão sem tecla preta. Já as teclas brancas, se fazem presentes do começo ao fim do teclado.

Observe esse padrão na imagem abaixo:

como tocar piano no pc

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Teclado virtual:

como tocar piano no pc

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O piano ou até mesmo o teclado físicos tem um preço um pouco alto, por isso o teclado virtual pode ser um opção excelente para aqueles que não tem condições porá comprar o instrumento físico.

O teclado virtual segue os mesmos padrões de notas e teclas do teclado físico, pode ser usado para o aprendizado para os iniciantes e até mesmo ser usado parar criar trilhas sonoras ou beats “toques”, além de tocar de forma virtual, você pode tocar de maneira online, pois existem vários sites de teclados virtuais, sendo alguns deles:

Produção:

 O piano virtual também pode ser encontrado em famosos aplicativos de produção músical como por exemplo o FL Studio, que é muito usado por grandes produtores musicais por ter um grande número de ferramentas e plug-ins que facilitam a produção e criação de melodias de todos os gêneros.

 

Apenas conhecendo as notas, teclas, se dedicando bastante lendo artigos, assistindo vídeos aulas, você consegue criar muitas coisas online e na vida real, não tem mais desculpas para aprender e se tornar um pianista/tecladista ou até mesmo um produtor músical, tudo depende de você e do seu esforço!

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