Registrar uma música é um passo crucial para proteger seus direitos como compositor ou intérprete. Seja você um músico independente ou parte de uma banda, o registro garante que você seja reconhecido legalmente como o criador da obra e que tenha controle sobre sua distribuição e uso.
Neste artigo, vamos explorar detalhadamente o processo de produção, registro e venda de uma música.
Tudo começa com a criação. É nesse estágio que você compõe a melodia, escreve a letra e arranja os elementos que formarão a sua música. Essa etapa pode ser feita de várias maneiras: sozinho, em colaboração com outros músicos, ou até mesmo em um estúdio de gravação, como a Pneuma Produtora, que oferece um ambiente criativo e profissional para transformar suas ideias em realidade.
Depois que a música está composta, o próximo passo é gravá-la. A gravação pode ser feita em casa, se você tiver os equipamentos adequados, ou em um estúdio profissional. Gravar em um estúdio como a Pneuma Produtora garante que a qualidade do som seja a melhor possível, com a ajuda de engenheiros de som experientes e equipamentos de alta qualidade.
Durante a gravação, todos os elementos da música são capturados: vozes, instrumentos e efeitos. Essa etapa pode ser bastante complexa, envolvendo várias sessões para obter a melhor performance de cada parte.
Após a gravação, a música passa pelo processo de mixagem e masterização. Na mixagem, os diferentes elementos gravados são balanceados e ajustados para criar um som coeso e agradável. Na masterização, a faixa final é polida para garantir que soará bem em qualquer sistema de som, desde fones de ouvido até grandes sistemas de áudio.
Essa etapa é essencial para dar à sua música um som profissional e competitivo no mercado. A Pneuma Produtora oferece serviços de mixagem e masterização que podem transformar suas gravações brutas em faixas prontas para serem lançadas.
Uma vez que a música está finalizada, é hora de registrá-la. O registro é o processo pelo qual você formaliza a autoria da música e obtém os direitos legais sobre ela. Isso é fundamental para evitar que outra pessoa use ou distribua sua música sem sua permissão.
No Brasil, a música pode ser registrada na Biblioteca Nacional ou em associações de direitos autorais, como a UBC (União Brasileira de Compositores). Cada uma dessas entidades oferece um certificado de registro, que serve como prova legal de que você é o autor da obra.
Reúna todas as informações sobre a música, incluindo a letra, a partitura (se houver), e uma gravação da faixa.
Preencha o formulário de registro da entidade escolhida, fornecendo detalhes como título da música, autores, e intérpretes.
Pague a taxa de registro. O valor varia dependendo da entidade e do tipo de registro.
Envie os documentos e a gravação para a entidade responsável, seguindo as instruções específicas de cada uma.
Após o registro, você receberá um certificado que confirma sua autoria e direitos sobre a música. Esse documento é fundamental caso você precise provar legalmente que a música é sua.
Com a música registrada, você pode distribuí-la e vendê-la com segurança. Hoje em dia, a distribuição digital é a forma mais comum de colocar sua música no mercado. Plataformas como Spotify, Apple Music, Deezer, e YouTube Music permitem que você alcance um público global.
Para distribuir sua música nessas plataformas, você pode usar agregadores digitais como CD Baby, TuneCore, ou ONErpm. Esses serviços cuidam da parte burocrática e garantem que sua música esteja disponível em todas as principais plataformas de streaming.
Além da distribuição digital, você também pode vender sua música em formatos físicos, como CDs e vinis, ou em plataformas de download como o Bandcamp.
Por fim, você pode monetizar sua música através de direitos autorais, vendas diretas, e até mesmo licenciamentos para filmes, séries, e comerciais. Quando sua música é reproduzida em rádios, shows ou outros meios públicos, você tem direito a receber royalties, que são gerenciados por associações de direitos autorais.
Registrar sua música é um passo essencial para proteger sua arte e garantir que você seja recompensado por seu trabalho criativo. Desde a composição e gravação até o registro e distribuição, cada etapa exige atenção aos detalhes e um conhecimento básico dos processos envolvidos.
Se você está em Belo Horizonte e precisa de um estúdio de gravação para dar vida à sua música, a Pneuma Produtora é o lugar certo. Oferecemos serviços completos de gravação, produção, mixagem e ensaios em um ambiente profissional e acolhedor.
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A masterização é uma das etapas mais críticas e, ao mesmo tempo, menos compreendidas da produção musical. É o processo final pelo qual uma faixa ou álbum passa antes de ser lançado ao público, e seu objetivo é garantir que a música soe bem em qualquer sistema de som, desde fones de ouvido até grandes sistemas de áudio. Neste blog, vamos explorar detalhadamente o que é a masterização, como ela é realizada e por que ela é tão importante.
Masterização é o processo de finalização de uma gravação, onde a mixagem final é ajustada para que a música atinja o máximo potencial de qualidade sonora. Este processo envolve o uso de várias técnicas para equilibrar, equalizar, comprimir e ajustar o volume da música, garantindo que ela soe consistente e profissional em qualquer plataforma de reprodução. A masterização é o último passo antes da música ser distribuída, seja em formato digital, CD, vinil ou streaming.
O processo de masterização é meticuloso e exige uma combinação de habilidades técnicas e sensibilidade musical. Abaixo, detalhamos as principais etapas envolvidas na masterização de uma música.
Antes de iniciar a masterização, o engenheiro de som revisa a mixagem final para identificar quaisquer problemas que possam ter passado despercebidos. Essa etapa é crucial para garantir que a mixagem esteja em seu melhor estado possível antes de ser masterizada.
A equalização é usada para ajustar o balanço tonal da música. O engenheiro de som pode aumentar ou cortar certas frequências para melhorar a clareza e o impacto da faixa. Por exemplo, pode-se aumentar as frequências graves para dar mais peso ao som ou reduzir as frequências médias para eliminar qualquer som abafado.
A compressão é aplicada para controlar a dinâmica da música, garantindo que os elementos mais altos e mais baixos do som estejam bem balanceados. Isso ajuda a evitar picos de volume que possam distorcer ou causar desconforto ao ouvinte, enquanto mantém a energia e a emoção da faixa.
A limitação é uma forma mais agressiva de compressão usada para definir o volume máximo da faixa. Ela garante que o volume da música atinja um nível competitivo sem distorcer. Isso é especialmente importante no contexto de rádios e streaming, onde as músicas competem por atenção.
O engenheiro de som ajusta a imagem estéreo da faixa para garantir que os elementos sonoros estejam bem posicionados no campo estéreo. Isso pode incluir ampliar a sensação de espaço ou centralizar certos elementos para melhorar o impacto sonoro.
A música é ajustada para atingir o volume ideal, garantindo que ela seja suficientemente alta, mas sem comprometer a qualidade do som. Esse passo é essencial para que a faixa esteja no mesmo nível de outras músicas dentro de uma playlist ou álbum.
No caso de um álbum, o engenheiro de som organiza as faixas na ordem desejada e define os intervalos entre elas. Isso garante uma experiência de audição fluida e coesa, essencial para álbuns conceituais ou que contam uma história.
Finalmente, a faixa masterizada é preparada para distribuição. Isso pode incluir a criação de versões específicas para diferentes plataformas, como streaming, CD, vinil ou rádio. O engenheiro de som também pode criar arquivos de alta qualidade, como WAV, ou formatos comprimidos, como MP3, dependendo da necessidade.
A masterização é crucial porque é o que faz a diferença entre uma música que soa "boa" e uma que soa "profissional". É a etapa que garante que sua música tenha consistência e qualidade sonora em todos os tipos de reprodução, desde pequenos fones de ouvido até sistemas de som em estádios. Além disso, a masterização ajuda a criar uma coesão sonora entre as faixas de um álbum, oferecendo uma experiência auditiva mais agradável e impactante.
A masterização é um processo indispensável na produção musical, capaz de transformar uma boa mixagem em uma faixa pronta para o mundo. Para garantir que sua música atinja o máximo potencial, é fundamental contar com profissionais experientes e um ambiente acústico de alta qualidade.
Se você está em Belo Horizonte e precisa de um estúdio de gravação com serviços completos de masterização, a Pneuma Produtora é a escolha ideal. Nosso estúdio oferece uma gama completa de serviços, incluindo ensaios, gravações, produções e mixagens, todos realizados por uma equipe dedicada e apaixonada por música.
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Phantom Power: para que serve e como usar de maneira eficaz. Exploraremos sua função essencial na alimentação de microfones e equipamentos de áudio. Nesse artigo, você irá conferir como usar o Phantom Power e como ele pode ajudar na qualidade de áudio.
Na jornada pela excelência sonora, muitos termos e tecnologias se destacam como pilares fundamentais para músicos e engenheiros de som. Entre esses, o Phantom Power se destaca como uma ferramenta essencial nos estúdios de gravação modernos. Neste artigo, exploraremos o que é o Phantom Power, sua importância, como funciona e como ele pode transformar sua experiência musical.
O termo "Phantom Power" refere-se à alimentação elétrica fornecida a certos tipos de equipamentos de áudio através do mesmo cabo que transmite o sinal de áudio. Normalmente, é utilizado para alimentar microfones condensadores, embora também seja utilizado em alguns pré-amplificadores de microfone e outros dispositivos de áudio.
O Phantom Power é essencial para o funcionamento de microfones condensadores, que requerem uma tensão elétrica para polarizar o diafragma do microfone e capturar o sinal sonoro de forma adequada. Sem essa alimentação, esses microfones não funcionariam corretamente ou simplesmente não produziriam som algum.
Além de microfones condensadores, o Phantom Power também pode ser usado para alimentar pré-amplificadores de microfone que utilizam circuitos eletrônicos que requerem uma tensão adicional para funcionar de maneira eficiente.
O Phantom Power é geralmente fornecido através dos pinos 2 e 3 de um conector XLR padrão, enquanto o pino 1 é o terra. A tensão típica fornecida é de 48 volts, embora alguns equipamentos possam operar com tensões menores, como 24 volts. Essa tensão é transmitida de forma eficiente ao longo do cabo XLR sem afetar negativamente o sinal de áudio, garantindo uma captura limpa e precisa do som.
É importante mencionar que nem todos os equipamentos de áudio suportam Phantom Power, e usar essa função em dispositivos que não são projetados para isso pode danificá-los permanentemente. Portanto, sempre verifique a compatibilidade dos seus equipamentos antes de utilizar Phantom Power.
No ambiente de estúdio, o Phantom Power é crucial para a gravação de vocais e instrumentos com microfones condensadores de alta qualidade. Ele permite capturar detalhes sutis e nuances sonoras que seriam perdidos com outros tipos de microfone.
Ao contrário de métodos antigos que usavam fontes de alimentação separadas, o Phantom Power simplifica o processo de gravação, eliminando a necessidade de fontes de alimentação adicionais e cabos extras.
O uso do Phantom Power proporciona maior flexibilidade ao conectar e desconectar equipamentos de áudio sem interrupções no fornecimento de energia, o que é ideal para sessões de gravação fluidas e eficientes.
Se você está buscando capturar suas performances musicais com a mais alta qualidade e precisão, visite o Estúdio de Gravação Pneuma Produtora em Belo Horizonte. Com equipamentos de última geração e uma equipe apaixonada por música, oferecemos um ambiente acolhedor e profissional para transformar suas ideias musicais em realidade. Conheça mais sobre nossos serviços de gravação, mixagem e masterização. Visite nossa página de contato ou entre em contato pelo nosso Whatsapp para saber mais sobre como podemos ajudar você a alcançar seus objetivos musicais.
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Os solos de violão são as partes mais marcantes e importantes de uma música de sucesso os solos sem dúvida enriquecem a música e chama a atenção dos presentes, mas ao contrário do que muitos pensam solar exige muita técnica, paciência e conhecimento de escalas musicais.
Por se tratar de uma parte bastante teórica da música, os solos precisam antes de tudo de escalas corretas e não sair tocando cordas na esperança que saia o som parecido com o solo de uma música gravada ou que faça um acompanhamento do violão base, por isso é fundamental conhece-las. A maioria dos solos são compostos baseados em escalas musicais, fazendo adaptações necessárias.
Em solfejo, as sílabas para representar as notas, de quaisquer escalas, são: Dó, Dó sustenido, Ré, Ré sustenido, Mi, Fá, Fá sustenido, Sol, Sol sustenido, Lá, Lá sustenido, Si. As notas Dó sustenido, Ré sustenido, Fá sustenido, Sol sustenido e Lá sustenido podem também ser representadas como Ré bemol, Mi bemol, Sol bemol, Lá bemol e Si bemol, respectivamente. Os termos "sustenido" e "bemol" são utilizados para representar "meio tom acima" e "meio tom abaixo", respectivamente. As notas musicais, no Mundo Anglo-Saxônico, são representadas pelas equivalentes seguintes letras: C, D, E, F, G, A, B, respectivamente, apesar de que, no solfejo, os anglo-saxônicos preferem usar números, substituindo as sílabas anteriormente mencionadas, por 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, embora possam também usar as sílabas em vez dos números. Similarmente, o acidente de sustenido adicionado a uma destas notas é representado pelo símbolo "♯" na nomenclatura anglo-saxônica; enquanto o "bemol", adicionado a qualquer nota é representado pelo símbolo "♭" na nomenclatura anglo-saxônica.
As escalas musicais formam a base necessária para a formação de acordes e tonalidades. Além disso, pode-se utilizar mais de uma escala para formar linhas melódicas sobre uma mesma tonalidade, partindo da sonoridade de intervalos característicos, ou ainda, explorando notas de tensão apropriadas sobre as cadências harmônicas da tonalidade.
Como iniciantes, ao compor uma peça de violão ou guitarra, muitas vezes esquecemos – ou simplesmente não conseguimos – passar as emoções que desejamos para os ouvintes. Seja um sentimento, uma mensagem, uma energia, é preciso ficar atento para não perder de vista essa sensação. Quando compomos pela primeira vez, tendemos a esquecer desse detalhe super importante, pois acabamos nos focando simplesmente em alinhar notas e acordes para criar algo harmonioso e bonito de se ouvir.
Imagine cenários e personagens. Qualquer assunto é válido, mas grande parte das letras aborda assuntos pessoais, então, concentre-se em personagens: suas motivações, ações a serem tomadas e consequências.
Músicas tipicamente são estruturadas em versos e refrões. Um verso tradicional é composto de quatro linhas, sendo que a segunda e a quarta formam uma rima. Construa seus personagens a partir daí e desenvolva sua história.
Geralmente, ela vem antes do último verso e refrão, oferecendo ao público uma mudança no panorama sonoro. Na letra, geralmente usa-se a ponta para expressar uma mudança significativa na história, seja por uma mudança de perspectiva dos personagens ou por uma reviravolta. No entanto, essas pontes não são necessárias, então não se sinta obrigado a incluir uma.
No primeiro, concentre-se na história em si e esboce-a por completo. Em cada rascunho subsequente, faça alterações que fortaleçam a letra para quando ela for cantada.
Escolha um tom para tocar. C, D, E, G e A geralmente são mais fáceis no violão. Alguns tons tendem a estimular certas emoções no público. Escolha um que complemente a história que você deseja contar.
As progressões de acordes são expressas numericamente (por exemplo: I-IV-V), sendo que cada acorde é um grau na sua escala tonal. O primeiro é sempre aquele que define o tom da música. Números romanos vão mapear os outros acordes na escala: números em maiúscula determinam as notas maiores, enquanto os em minúscula correspondem às notas menores. Numerais seguidos de “dim” indicam acordes diminutos. Uma progressão de acordes I-IV-V tocada em D, por exemplo, corresponde a D-G-A.
Progressões de dois acordes podem parecer simples, mas são limitadas, o que significa que você deve colocar algumas coisas a mais se quiser que sua música tenha destaque. Progressões de três e quatro acordes são as mais comuns nas músicas populares.
Esta é uma progressão de acordes bem conhecida na música popular e é perfeita para iniciantes. Digamos que você escolheu a progressão I-V-IV para a introdução e os versos; para o refrão, experimente mudar para V-IV-I. Experimente diversos acordes e progressões até encontrar aqueles que melhor servirem às suas intenções.
Uma infinidade de melodias pode ser explorada em uma única progressão de acordes. Cante ou murmure sua letra conforme toca até achar uma melodia que complemente sua história.
Se você é um estudante de bateria e esta conhecendo melhor o instrumento é muito importante que você conheça todas as peças da sua batera. No artigo de hoje iremos conhecer os pratos de Bateria. Vamos lá !
O assunto de hoje é pratos de bateria, uma das peças vitais da bateria.
Primeiramente parabéns por ser um baterista você já é um músico diferenciado que gosta de desafios diferenciados, a bateria tem um papel fundamental dentro de uma banda. É um instrumento composto por um conjunto de pratos e de tambores. Veja na seguinte imagem um kit padrão.
O chimbal é o primeiro prato que iremos falar aqui ele é um dos mais básicos dentro de um kit e não pode faltar ele é utilizado para fazer a marcação do compasso ou conduzir a música. Este prato é muito peculiar pois não é somente um o chimbal é composto por dois pratos um virado pra cima e outro para baixo como se fosse um chapéu. O suporte que é utilizado para prender é conhecido como máquina de chimbal. Possui a função principal que é permitir que os pratos se toquem um contra o outro gerando aquele som característico. Possui medidas de 13" a 15" geralmente.
O prato de ataque é um prato muito interessante também ele é geralmente utilizado para realizar acentos no início do compasso ou no final. Ele pode também ser utilizado para conduzir a levado. Possuir um som forte e explosivo , possuindo um ataque geralmente rápido com um sustein de grande volume. Os tamanhos mais comuns encontrados são de 15" até 19".
O prato de condução também chamado de ride é utilizado para conduzir grande parte dos grooves possui ótima base para realizar batidas mais acentuadas. Possui tamanhos que variam entre 18" até 24". Ele geralmente possui uma cúpula em cima com som forte como se fosse um sino.
O splash ou prato de corte, já se encontra na categoria de pratos de efeito não é tão comum em kits tradicionais, estes pratos são utilizados para acentuações mais leves de menor volume. O splash é um irmão mais novo do prato de ataque. As suas medidas variam de 6" a 14".
O china ou prato chinês também é um prato mais diferenciado e se enquadra na categoria de efeitos, possui um som muito característico que é um como se fosse um congo. Suas medidas mais comuns são entre 16" a 19".
Na Pneuma Produtora, estamos sempre prontos para ajudar artistas e músicos a alcançarem seus objetivos. Oferecemos uma gama completa de serviços de produção musical e distribuição, ajudando você a levar sua música para o próximo nível. Com equipamentos de última geração e uma equipe apaixonada por música, oferecemos um ambiente ideal para capturar suas ideias musicais com a mais alta qualidade sonora. Visite nossa página de contato ou entre em contato diretamente pelo Whatsapp para mais informações sobre nossos serviços de gravação, mixagem e masterização.
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Se você é um músico novo e esta querendo aumentar seu conhecimento a respeito do meio musical com certeza aprender partituras é um passo muito importante no artigo de hoje você aprenderá: como ler partitura
O músico que quer entender e conhecer melhor sobre música provavelmente terá que conhecer a partitura, é a escrita musical mais completa que existe.
O músico que confessa que não sabe a mesma, ele acaba perdendo status e reputação e é algo bem frustrante.
O maior problema em aprender as partituras por meio de livros didáticos é que fica complicado, pois as explicações que aparecem são chatas e difíceis de assimilar. O objetivo da Pneuma Produtora é acabar com este problema e facilitar a vida dos novos músicos. É possível sim aprender uma partitura sem sofrer e vou lhe ensinar agora.
As partituras são basicamente registros harmônicos, melódicos e rítmicos das músicas. O aprendizado das partituras se aproximará do aprendizado que você teve quando estava aprendendo o alfabeto. Você irá aprender como cada nota é representada no papel e dominará uma nova linguagem.
As notas musicais são escritas em uma Pauta. É a região formada pelas linhas e os espaços.
Cada espaço e linha são utilizadas para representar uma nota diferente. Acompanhe na figura abaixo as linhas, espaços e as notas representadas.
Existem 5 linhas em uma pauta. Também é possível criar novas linhas para alcançar outras oitavas. Como você pode observar na imagem a 1ª nota Dó e a ultima Lá estão em linhas extras também chamadas de suplementares.
Os músicos, de acordo com o andamento da história foram, escolhendo e adaptando posições para as notas nas linhas das pautas.
As claves foram criadas para simbolizar e sinalizar a nota e a linha de referência que seria adotada. A mais utilizada para violão, piano e voz é a clave de Sol (G).
Ela possui este nome porque informa a nota que estiver sobre a segunda linha será Sol.
Observe na imagem que a 2ª linha representa a nota sol e no inicio a clave esta presente em nossa pauta. Sabendo onde está o sol, você já pode registrar todo o restante das outras notas.
Agora nós iremos lhe mostrar a relação dos pontos no papel com o seu instrumento musical. Na figura que estará logo abaixo, você verá 7 oitavas de um piano comum. Veja que cada Dó possui uma posição diferente dentro de nossa pauta, ela irá depender da oitava que se encontra. O número da oitava é utilizado do lado da nota para representa onde ele está igual: C5,C6,C7.
Repare que o dó central o C4 está localizado bem no meio do nosso teclado
. Para você conseguir localizar melhor, nós ampliamos a imagem destacada em vermelho para mostrar a correspondência dentro da pauta.
Utilizando o violão podemos identificar o Dó central na segunda corda(A) na terceira casa.
A partitura de violão está deslocada em uma uma oitava se for comparada com a do piano. O dó central do piano corresponde ao Dó na segunda corda do violão. É uma definição que foi escolhida para facilitar a escrita, pois se fosse diferente o violão precisaria de muitas linhas suplementares para conseguir representar acordes mais comuns e simples.
O jeito correto de representar uma partitura no violão é utilizar o número 8 na clave de sol, assim indicando que a representação irá deslocar uma oitava em relação ao dó central do piano, como explicamos anteriormente.
O blog da Pneuma Produtora é um grande portal sobre tudo relacionado a área musical, esperamos muito que tenha gostado do artigo de hoje e que tenha lhe ajudado, não deixe de acompanhar nosso Instagram.
Se você é músico e está querendo estudar teoria e aprender novas técnicas este sem dúvidas é um assunto e tanto para aprimorar seu conhecimento musical o assunto de hoje é modos gregos. Espero que goste.
Cada uma das regiões da antiga Grécia deu origem a um modo (organização dos sons naturais) muito próprio, e que adaptou a denominação de cada região respectiva. Desta forma, aparece-nos o modo dórico (Dória), o modo frígio (da região da Frígia), o modo lídio (da Lídia), o modo jónio (da região da Jónia) e o modo eólio (da Eólia). Também existe outro que é a mistura dos modos lídio e dórico, chamado mixolídio.
Todas elas continham oito notas (equivalentes às notas das teclas brancas do moderno piano), E eram escritas na forma descendente.
A dórica descendia a partir de E (mi), a frígia de D (ré), a lídia de C (dó) e a mixolídia de B (si).
Essas foram as escalas adotadas pelos músicos da Idade Média. Mas, por alguma razão obscura, eles introduziram várias mudanças:
Em primeiro lugar inverteram a direção, fazendo com que as novas escalas fossem lidas no sentido ascendente;
em segundo lugar, alteraram as notas das quais elas partiam;
e, em terceiro lugar, substituíram o termo “Escala” por “Modo”.
Dessa forma, a escala grega dórica tornou-se o Modo Dórico, subindo de D (Ré) até D (Ré);
o modo frígio, subindo de E (Mi) até E (Mi);
o modo lídio subindo de F (Fá) até F (Fá).
Além disso, a antiga escala grega lídia que originalmente descendia de C (Dó), agora ascendia a partir de C (Dó), recebendo o novo nome de Modo Jônico.
E a escala grega mixolídia, que descendia a partir de B (Si), agora ascendia a partir de B (Si), recebendo o novo nome de Modo Lócrio e o nome mixolídio passou a indicar a escala ascendente de G (Sol) a G (Sol).
A escala que partir de A (Lá) foi chamada de Modo Eólio. Havia, portanto, sete Modos, um para cada nota do teclado.
Vimos, anteriormente, que o som característico de qualquer escala ou série de notas é determinado pela sua sequência de intervalos de tom e semitom. Como cada modo possui sua própria sequência, cada um deles tem sua própria sonoridade.
Os intervalos entre as notas são fixados por sua distância da tônica.
No coração do sistema tonal jazia o conceito de escalas maiores e menores diatônicas.
Uma escala “diatônica” reúne as notas adequadas a cada tonalidade.
A escala maior diatônica possui a mesma sequência de tons e semitons que o modo jônico medieval (que partia da nota C (dó)), e a escala menor natural diatônica possui a mesma sequência que o modo eólio (que partia de A (lá)).
Entretanto, a semelhança permanece apenas na estrutura, e não em sua utilização.
Na escala musical temos funções que classificamos como graus para cada uma das notas, de acordo com sua posição acerca da primeira. Portanto, (nota por nota) sendo os graus: tónica, super-tónica, mediante, sub-dominante, dominante, super-dominante e sensível (para, por exemplo: dó - ré - mi - fá - sol - lá e si), o que mudamos no sistema modal é esta função de cada uma, criando uma nova relação entre os graus e notas.
Da escala diatónica: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, extraímos a relação intervalar de tons (T) e semitons (st) seguinte: T - T - st - T - T - T - st. Sempre que existir esta relação intervalar, teremos o modo jónio ou escala maior (no caso, de dó).
Se firmarmos como tónica o ré, usando a mesma escala diatónica, teremos: ré, mi, fá, sol, lá, si, dó: T - st - T - T - T - st - T. Sempre que esta relação existir, teremos o modo dórico, e assim por diante:
Por tons e semitons:
Por intervalos:
Por notas(escala natural):
Se você se interessou pelo assunto e quer saber mais sobre os modos gregos, é seu dia de sorte entre em contato agora mesmo conosco pois temos os melhores professores da região que podem lhe auxiliar você pode nos contactar pela: Página de contato ou chamando no Whatsapp só clicar na logo na sua tela no canto inferior direito. Muito Obrigado e não deixe de conferir os outros artigos da Pneuma Produtora.
O piano é um instrumento muito famoso pelos seu design chamativo e variações agradáveis de sons graves e agudos, logo, com o passar do tempo ele reuniu grande massa de pessoas que querem aprender como toca-lo mas não sabem por onde começar ou tem vergonha de ir a um professor fazer aulas presenciais. Como tocar piano no pc ?
Bom, então esse artigo é pra você, reunimos várias informações que vão te ajudar bastante nessa nova jornada de aprendizado
Antes de tudo, você deve conhecer as notas musicais, que são: um termo usado para referir-se ao elemento mínimo de algum som, no total existem 12 tipos de notas diferentes, sendo elas:
Dó – Dó# – Ré – Ré# – Mi – Fá – Fá# – Sol – Sol# – Lá – Lá# – Si
Entre elas existem 7 que são chamadas de naturais, elas são:
Dó – Ré – Mi – Fá – Sol – Lá – Si
Dé# – Réb (pode ser chamado de Dó sustenido ou Ré bemol)
Ré# – Mib (pode ser chamado de Ré sustenido ou Mi bemol)
Fá# – Solb (pode ser chamado de Fá sustenido ou Sol bemol)
Sol# – Láb (pode ser chamado de Sol sustenido ou Lá bemol)
Lá# – Sib (pode ser chamado de Lá sustenido ou Si bemol)
Pronto, após você entender a base de tudo, que são as notas musicais, vamos passar para a próxima fase, Conhecer as teclas!
Existe uma determinada repetição de teclas pretas ao longo do teclado. Primeiro, com 2 teclas pretas e uma divisão sem tecla preta, depois, com 3 teclas pretas e uma divisão sem tecla preta. Já as teclas brancas, se fazem presentes do começo ao fim do teclado.
Observe esse padrão na imagem abaixo:
O piano ou até mesmo o teclado físicos tem um preço um pouco alto, por isso o teclado virtual pode ser um opção excelente para aqueles que não tem condições porá comprar o instrumento físico.
O teclado virtual segue os mesmos padrões de notas e teclas do teclado físico, pode ser usado para o aprendizado para os iniciantes e até mesmo ser usado parar criar trilhas sonoras ou beats “toques”, além de tocar de forma virtual, você pode tocar de maneira online, pois existem vários sites de teclados virtuais, sendo alguns deles:
O piano virtual também pode ser encontrado em famosos aplicativos de produção músical como por exemplo o FL Studio, que é muito usado por grandes produtores musicais por ter um grande número de ferramentas e plug-ins que facilitam a produção e criação de melodias de todos os gêneros.
Apenas conhecendo as notas, teclas, se dedicando bastante lendo artigos, assistindo vídeos aulas, você consegue criar muitas coisas online e na vida real, não tem mais desculpas para aprender e se tornar um pianista/tecladista ou até mesmo um produtor músical, tudo depende de você e do seu esforço!